15 de set. de 2010

ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DO CORPO

Demandas ou Orientações básicas de movimentos para se fazer em casa com segurança, alegria para gerar um bem-estar.
Observações preliminares:
Se for trabalhar em pé, sempre as pernas paralelas em relação às duas cinturas.
Se for trabalhar sentado, sempre, sentado nos ísquios.(os pés do quadril) Se for trabalhar deitado, primeiro colocar o quadril em forma, ou seja. Deitar o corpo todo, flexionar uma perna e depois a outra, nunca as duas juntas e trazer, uma e depois a outra, para cima da barriga, os joelhos tem que estar paralelos ao teto, depois disso, um leve movimento com as pernas de um lado para o outro, quase imperceptível.
Não esqueça; nunca trabalhar o lado do corpo que está com dor primeiro.
Muito importante também: cabeça para um lado e para o outro. Mas isso, só depois que tiver feito algum movimento. Uma boa dupla é automassagem cavidade axilar e cabeça.
Movimentos que rapidamente geral um bem-estar:
Automassagem na cavidade axilar. Atenção: o bom é fazer um braço e depois o outro, só depois fazer os dois juntos.
Braços: rotação interna dos mesmos. Sempre um e depois outro. Se der, depois, os dois juntos. Cabeça é bem vinda também. (para ficar claro, rotação interna é quando o cotovelo vai para fora)
Automassagem nos joelhos, sempre sentado nos ísquios e sempre de dentro para fora. Importante, este movimento também mexe muito com as escápulas, gerando também um bem-estar nos braços.
Movimentos relacionados ao nosso primeiro e mais importante encurtamento:
O importante é crescer os ísquios-tibiais, músculos que começam no calcanhar e terminam na fossa poplítea, ou seja, atrás do joelho.
Sentado: (nos ísquios, é claro), arrasta um pé para frente, os dedos em direção ao teto e o calcanhar rente ao chão... Uma perna de cada vez.
Também sentado, pernas cruzadas, automassagem na batata da perna, sempre do calcanhar para o joelho, volta pelo ar. Atenção: este movimento também pode ser feito deitado.
Deitado, também podemos “crescer” esta região, fazendo assim: uma perna flexionada, ou seja, um pé está no chão e a outra perna está esticada, os dedos dos pés estão paralelos ao teto. Fazer uma boa alça, que é cruzar os dedos atrás do joelho, fazendo uma sustentação para a perna aí então, pé em gangorra, ora sobe os dedos, ora sobe o
calcanhar, parar quando tiver dor, descansar e se der, fazer mais um pouco.
Rebolar, eis a questão; sempre pequeno e discreto. Pés paralelos.
Perceber o que é frente, lado, trás e lado.
Talvez o mais importante de tudo, é saber que nesta técnica, neste conhecimento não há especificamente movimentos abdominais, porque tudo é abdominal, isso quer dizer o seguinte: expiração, ou seja, tirar o ar velho do corpo é sinônimo de entrar, endurecer, a parte baixa da barriga, ou melhor, o baixo ventre, que vai do púbis até o umbigo. O que queremos é tirar um pouco do peso das costas e dividi-lo com a parte anterior do corpo, especificamente com o baixo ventre.
Grande e pequeno enrolamento ou alongamento; um é sentado, menos exigente, trabalha mais os braços, o outro é em pé, e trabalha a coluna toda, cilada: os joelhos
tem que estar sempre ajudando, ou seja; não fazer com a perna esticada Outra dica super importante; sempre que for trabalhar deitado, uma perna sempre terá que estar
Flexionada, (isso quer dizer, pé no chão) para dar mais apoio a lombar.

Bia Diamante

11 de set. de 2010

Painel coletivo, desde a comunidade. Vila do Campinho e Vila Cruzeiro



Acima, algumas fotografias das crianças fazendo o seu primeiro painel coletivo. Trabalhamos com tinta têmpera e com a temática da comunidade. Depois de alguns percursos pela comunidade, o desenho de observação das casas e do entorno, nós fomos para a construção do painel. Acima imagem dos alunos da Vila do Campinho - Na Cruzeiro e abaixo os alunos da Vila dos Canudos - no Bairro Glória.




1 de set. de 2010

O Clube de Mães do Cristal preparou uma visita especial no Hospital Santo Antônio da Criança de Porto Alegre. Nesse 2° ano da oficina de Música com a professora Grasiela Müller, o grupo vem investindo em novos desafios musicais e fomento do projeto. Acreditam que o beneficio é mútuo e por isso vem projetando os resultados das oficinas em apresentações descentralizadas do bairro, atigindo assim, um maior público.
A apresentação no Hospital surgiu com o pretesto de sensibilizar o espaço através da música e estimular o grupo através dos resultados. Foi uma experiência mágica. Melodias transitavam nos corredores junto com as crianças, pais e profissionais da saúde. O repertório apresentado foi voltado ao universo lúdico da criança. Músicas como A Pulga, Sereia, Tem Gato na tuba e o Trenzinho Caipira trouxeram a tona a imaginação e a proposta de transcender espaços e conretizar a função da Arte.

31 de ago. de 2010

CAVALEIROS DA LIBERDADE

Cavaleiros da Liberdade

Eu confio no meu trabalho ,eu confio nos meus alunos, eu confio nos meus colegas, eu confio na minha coordenação, pois quando debatemos, eu encontro um lugar para refletir e reflito com/nos meus colegas, somos nossos espelhos, pensamos e olhamos a vida com a mesma visão.
Eu agradeço por poder transmitir os meus conhecimentos, eu agradeço aos meus alunos por me deixarem participar de suas vidas, , eu agradeço por ter colegas que acreditam que o conhecimento é a diferença, eu agradeço a coordenação que confia em mim.
Eu penso que, com esse trabalho, “euzinha”, Sandra Loureiro não termino em mim, sou Sandra+Dieferson+Shayane+Riquelme+Luís Sadi+ Pablo Escobar(aluno)+Lisi+ândrui...+tantos outros que comigo trocaram suas vidas, pois eles também ganharam Sandra+Edu+ Renata+ Marcos.. + muitas pessoas que querem fazer a diferença. Eu penso que pensar é difícil, mas se alguém me ensinou e eu consegui pensar, e se eu tenho a oportunidade de ensinar alguém a pensar, então tenho esta missão. Penso que somos uma equipe de sonhadores, artistas, sensíveis, LOUCOS, somos loucos? Não, somos LIVRES e queremos libertar os outros de serem obrigados a serem iguais, somos cada um, um, o “seu um”, não temos que ser padronizados, a diferença é que enriquece, pois cada pedaço poderá contribuir, formar um todo, se todos fossemos iguais, não seriamos um grupo, seriamos um pacote de gente, temos direitos aos nossos sonhos e lutamos por isso, vou dividir as minhas fantasias/roupas, minhas fantasias/ilusões, minhas loucuras que fazem do meu mundo um mundo colorido de alegria, sou um convite para outras pessoas habitarem a “TERRA FELIZ”, sim, vivemos numa “net” real e temos que nos conectar, pois “ quem não se comunica se trumbica”.
Nós, artistas, somos o meio, somos multiplicadores. Somos nós,
nós, que amarram, nós que ancoram, nós que dão segurança para que quem está conosco possa voar e ter direito a liberdade, somos nós,
“ OS CAVALEIROS DA LIBERDADE”.

Sandra Loureiro - Oficineira de Teatro